Usando a Tribuna Livre durante a sessão da Câmara de Vereadores de Baixa Grande, o vereador Léo do Mandacaru voltou a defender seu posicionamento político e reafirmou que continuará atuando na oposição ao governo municipal.

No início do discurso, o parlamentar repudiou críticas feitas por algumas pessoas e também por colegas vereadores em relação ao seu papel de fiscalizador do poder público.

Segundo ele, a função do vereador é justamente acompanhar e cobrar ações da gestão municipal. Léo destacou que o próprio gestor já pediu à população que registre, por meio de vídeos, os pontos críticos da cidade, mas que, quando ele faz cobranças, algumas pessoas interpretam a atitude como um ato de desfavor à administração.

“Esse é o papel do vereador. Não sou aliado do prefeito para ficar acompanhando máquinas; meu papel é fiscalizar”, afirmou.

Durante o pronunciamento, o parlamentar também ressaltou que sua vida pública é transparente e que sua trajetória é conhecida em diferentes cidades onde já viveu.

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“Minha vida é um livro aberto. Nasci em Mandacaru, morei no Rio, morei em Mairi, morei em Pintadas. Em todos esses lugares, se alguém perguntar quem é Léo do Mandacaru, vão dar boas informações sobre mim”, declarou.

Ao comentar sobre a gestão municipal anterior, Léo afirmou que não teve vantagens pessoais, mas sim uma parceria voltada para levar melhorias à população. Ele citou como exemplo algumas ações realizadas no distrito de Mandacaru durante aquele período.

O vereador também fez críticas à atual administração de Baixa Grande, afirmando que, em sua avaliação, a gestão não demonstra respeito pela Câmara de Vereadores nem pelos servidores públicos. Apesar disso, garantiu que as críticas não o intimidarão em exercer seu papel de oposição.

Ao final do discurso, Léo voltou a afirmar que seguirá fazendo cobranças à gestão municipal e que caberá à população avaliar sua atuação política no momento oportuno.

“Vou continuar na minha pegada. Se o prefeito resolver os problemas, ótimo. Se não resolver, vou continuar cobrando. E quem vai dizer se estou certo ou errado é o povo, em 2028, quando haverá eleição municipal”, concluiu.

Assessoria de Comunicação da Câmara

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